Ester | 05 | Cidade Para Vampiros

ESTER | 05 | Cidade Para Vampiros

Sumário

01 | Eu costumava te amar. 3

02 | Olhe café da manhã. 5

03 | Voltei 7

04 | Mamãe pare. 11

05 | Ester. 13

06 | Que comece o jogo. 19

07 | Olá princesa. 21

08 | Pablo. 25

09 | Estou tentando te ajudar. 27

10 | Positivo. 29

11 | Ela está presa. 31

12 | Anne. 33

13 | Ela não é uma pessoa é um vampiro. 35

14 | Pega Totó. 37

15 | Ele tirou de min. 39

16 | Como pôde?. 41

17 | Se você não for princesa não serei Príncipe. 43

18 | Estão erguendo um novo Castelo. 47

19 | Traga o livro. 49

20 | Ester não irá mais atrás de você. 51

21 | Sejam bem vindos. 53

22 | Ir. 55

23 | Há vampiros ali 57

24 | Não ha amor. 59

25 | Matem-na. 61

26 | É hora de fugir. 63

27 | Você é nossa única chance. 65

28 | Anna. 67

29 | Então ela não merece ser salva. 69

30 | Entre!. 73

REFERENCIAS. 77

 

 

 

01 | Eu costumava te amar

Puxo a flecha de suas mãos e olho em seus olhos amedrontados, ela está sem ar tentando se salvar deitada ao chão com as mãos sobre a barriga, seus cabelos ruivos estão desarrumados.

“Como pode Vitória? ”
Falou ela com muita dificuldade.

“Como pôde?”
Fala ela baixo. Estou olhando seria para ela apontando a flecha pronta para disparar.

“Eu costumava te amar. ”
Cochicha. Eu atiro em sua testa.

“Ninguém precisa saber disso. ”
Digo sabendo que ela não pode ouvir.


“Pare, pare, por favor, me deixe ir”
Gritava a vítima.

“Por favor, pare! Alguém me ajuda! Socorro! Pare, por favor! ”
Gritava o homem cujo eu estava estrangulando.
“ Como é tão forte?”.

Pergunta ele. Sufoco ainda mais apertando sobre a parede. Mostro os meus dentes afiados.

“O que você é? ”
Cochicha ele.

“Você não precisa saber.”
Termino o serviço e faço proveito do corpo. Ouço palmas, viro e vejo Dodge.

“Eu adoro este seu jeito psicopata, me amarro nele.”

“Olá Príncipe. ”
Digo beijando com a boca suja de sangue.

“O que fez com Jeane? ”
Pergunta ele ingênuo.

“Quer mesmo descobrir? ”
Pergunto com um olhar ameaçador.

“Não. ”
Responde ele.

“Não se preocupe alteza. ”
Digo com ironia.


 

 

02 | Olhe café da manhã

Narrador: Tânia

Estou olhando para uma bolsa cheia de sangue sobre a mesa, estou na casa de Isa e ela me encara fixo, levanto a cabeça olhando em seus olhos que combina seus cabelos negros que estão mais brilhosos, posso ver sua beleza com mais clareza. Volto a olhar para a bolsa de sangue e desejo ataca-la e alimentar minha sede.

“Eu não posso”
Digo com medo.

“Sim você pode. Você consegue”
Diz Isa, ela é como uma mãe para mim, diferente da outra que me abandonou quando nasci Isa está aqui implorando para continuar tentando, não é fácil a decisão, não é fácil ser vampiro, às vezes temos que escolher entre ser um humano e ser um monstro. Não quero ser este, mas a cada dia está mais difícil. Não consigo parar de pensar em sangue, preciso mudar, mas a cada dia estou mais fraca, sinto muitas dores na cabeça, tonturas e calafrios, acho que estou morrendo por estar desnutrida. Encaro a bolsa e minha cabeça dói, toco na testa e dizendo a min mesma que vou conseguir lidar com isto sem machucar ninguém. O sol está me incomodando mesmo com um anel que me protege estou apavorada com toda a claridade que entra pelas gigantes janelas da casa de Isa.

“Olhe café da manhã. ”
Chega Vitória catando a bolsa e tomando o sangue. Ela fez o que não tive coragem de fazer.

“Vitória pare! ”
Pede Isa levantando-se.

“Calma Isa. É só sangue. ”
Diz ela lambendo os dedos espalhando o sangue sobre eles, me chama a atenção, sinto o cheiro mais forte, eu quero muito. Levanto olhando.

“Hutu esta tão delicioso. Você não quer Tânia? ”
Provoca ela. Sempre está tentando fazer isto, querendo que eu seja como ela, mas não sou. Ela joga a bolsa em cima da mesa e todo o sangue se espalha.

“Opa escapou. As mãos estavam sujas.”
A mostra. Num piscar de olhos ponho minhas mãos sobre a mesa e cato o sangue que restou. Sujo os dedos e limbo.

“Sabe o que é o sangue de Jack só serve na hora.”
Diz ela saindo. Olho para meus dedos e fico apavorada. Eu bebi o sangue dele. Começo a chorar e soluçar olhando para as mãos, Isa me abraça me consolando.


 

 

03 | Voltei

Narrador: Vitória

Estou andando pelo quintal de Isa, as flores e as rosas estão mais lindas hoje. Fico a admirar, bate uma fome, caminho e Jack vêm andando apressado em minha frente como se quisesse esbarrar em min, ignoro e faço mesmo.

“Pare com isto.”

“Tá bom não vou mais tomar do seu sangue. ”
Digo pegando minha lixa de unha e ignorando-o.

“Estou falando sério. Por que está fazendo isto a ela?”

“Ela é um vampiro, é como eu. Não pode mudar. Só pode aceitar.”

“Não. Ela é diferente de você, ela se importa.”

“Tem razão ela se importa, não é inteligente como eu que prefiro torturar antes de matar.”

“Está errada. Tânia é melhor do que você. Ela pode se controlar e ela quer isto, já você só se importa com você mesmo.”

“Para Jack não seja ingênuo. Ela é tão mal quanto eu. Ela é um vampiro agora. Não uma donzela. Além disso, ela está aprendendo a ser feliz. O mundo é assim, os vampiros são inteligentes e os humanos são nossas refeições e diversões.”

“Não mata por que está com fome não é?”

“Qual seria a graça?”

“Você é doente. ”
Diz ele com raiva.

“Mas sou realista.”

“Fique longe dela.”

“Só estou tentando ajudar. Veja bem se ela não tivesse se alimentado há esta hora estaria morta. Pensa bem, Tânia é como eu, ela carrega uma doença incurável. Não pode mudar. ”
Digo ele fica com mais raiva.

“Dói né?”

“O que?”

“Passar o mês das mães sem uma mãe. ”
Diz ele me atingindo. Fico com raiva e o empurrão na parede começa a sufoca-lo com minhas mãos. Como faço isto? Como é possível? Até então não podia tocar em um fio de cabelo do Jack por conta do imprinting, e agora isto.

“Eu deveria dizer o mesmo. ”
Digo com mais raiva.

“Não pode me machucar. Não tenho medo de você. ”
Diz ele. Jogo no chão com toda minha força quer mata-lo e vou, me transformo em lobo e corro até ele, mas sou impedida por Tânia que me ataca furiosa. Ela me empurra ao chão e fica em cima de mim me soca, mas sou mais forte, afinal estou me alimentando. Jogo-a com meus pés para trás e levanto, corro até ela é a soco até ficar intacta, volto a correr até Jack e desta vez é Isa quem me para, não posso lutar com ela então deixo que segure meus punhos sobre o chão.

“Ah não. ”
Diz Isa. Olho para Jack tentando entender. Há sangue pingando de sua cabeça, ele toca. Levanto junto com Isa. Logo Tânia esta encarando o sangue de Jack.

“Ora Tânia, é só um pouquinho de sangue. ”
Digo cautelosa. Ela tenta correr até Jack, mas Isa a segura puxando-a por trás e abraçando-a.

“Tire ele daqui. ”
Pede Isa a min.

“Acho melhor não. ”
Digo mostrando meus dentes. Marlon o marido de Isa aparece e ampara Jack com rapidez. Fico lixando minhas unhas, a vontade de mata-lo passou.

“Está não. ”
Diz Tânia se recuperando.

“Você o machucou. ”
Diz Isa.

“Isto eu o machuquei. Ela conseguiu. Ela tirou a maldição de min, não há mais imprinting. ”
Digo sorridente. Falto dar pulinhos.

“Isto ela tirou a única coisa boa que você tinha. ”
Diz Isa triste. Elas saem e eu fico comemorando.

“Voltei! ”
Grito bem alto.


 

 

 

 

04 | Mamãe pare

Estou ao meio da rua na escuridão. Pode ser perigoso, mas não para mim. Avisto meu jantar se aproximando. Ele caminha lentamente, é um homem elegante de terno. Deixa-me ainda com mais fome. Acelero os passos, o vento bate forte jogando meus cabelos para trás, sinto o cheiro do sangue da vítima, me apresso mais e um garoto branco com cabelos negros espetados aparece em minha frente.

“Não faça isto Vitória. ”
Diz ele. Meu anjo. Reviro os olhos, ignoro e contínuo a andar.

“Estou falando sério pare. Se continuar matando continuará morrendo.”

“Acha que ligo? Saia da minha frente!”
Grito empurrando-o. Corro até a vítima, mas sou impedida. Alguém me joga ao chão com brutalidade. Levanto e a soco no rosto, ela me joga para trás com seus pés assim como fiz com Tânia mais cedo. Ela me soca no rosto e na barriga. Vejo que é uma mulher loira e elegante assim como Jeane, ela é forte e ágil assim como Jeane. Levo uma ajoelhada forte na barriga e fico sem ar, ela me empurra ao chão e me socam de novo várias vezes no rosto, estou apanhando. Alguém chega e a desconcentra, tento ver, mas estou tonta e muito fraca.

“Pare! ”
Ouço a voz de Isa. Provavelmente estão lutando. Minha visão volta aos poucos, vejo Isa apanhar assim como eu.

“Mamãe pare! ”
Grita Tânia chegando.

 



 

 

 

05 | Ester

Ester: Significa “estrela”.

Tem origem no nome hebraico Esther, que tem relação com o sentido do persa Stara, do caldeuishtar, do hitita Seitar e do latim Stella. Seu significado é, literalmente, “estrela”.

Assim, este bonito nome feminino reflete o simbolismo celeste inerente a esse astro: luz, perfeição, esperança, divino.

À medida que Estar é a deusa da beleza e do amor – tal como Afrodite, na mitologia grega – Ester carrega consigo, ainda, as características dessas mesmas deusas.

Ester é nome de uma personagem bíblica, que tem sua história contada no livro do Antigo Testamento que leva o seu nome. Ester era a esposa hebreia de Assero, rei da Pérsia, e ficou conhecida por ter salvado os judeus do extermínio que teria sido ocasionado pelo conselheiro real Hamani.

Uma vez que o nome original de Ester era Nadasse, o qual supostamente teria sido mudado em decorrência da sua beleza, há autores que atribuem a ambos os nomes o mesmo significado. Importa referir, no entanto, que esses nomes não têm relação etimológica. Significa “murta”, “proteção”.

Tem sido utilizado pelos falantes de língua inglesa desde a Reforma Protestante e nos Estados Unidos teve um aumento de popularidade no final do século XIX com o nascimento da filha do ex-presidente americano Grove Cleveland.


“Mamãe?”

Pergunta Isa. A mulher olha fixo para Tânia, aproveito para me levantar e Isa faz o mesmo. Estou furiosa, tento ataca-la novamente, mas não consigo, ela é mais forte, sou jogada contra uma árvore e caio ao chão, minhas mãos estão trêmulas.

“Não lute princesa. Não é tão forte como eu. Seja inteligente para ver e aceitar isto. ”
Diz a mulher cautelosa.

“Por que está aqui? Não deveria. Vai embora! ”
Grita Tânia. Percebo que ela chorando. Então fico satisfeita e levanto sem tentar lutar com a desconhecida. Jack chega preocupado.

“O que está havendo? ”
Pergunta ele.

“Filha vim lhe oferecer uma proposta e pedir um favor.”

“Ah. ”
Diz Jack.

“Eu não quero ouvir
Você é igual meu pai. Abandonou-me quando nasci. Vai embora e desta vez não volte mais.”

“Tenho certeza que todos vão gostar do acordo.”

“Não ouviu dizer? Vai embora, não é bem vinda aqui. Não queremos te ouvir. ”
Diz agora Dodge chegando.

“Estamos no mesmo lado. Não quero que Alan erga o Castelo.”

“Por quê? ”
Pergunto curiosa.

“O poder não pode cair em mãos erradas como na última vez, ouve um caos, vejam hoje, vampiros, lobos e bruxas estão mais existentes na terra por este acontecimento. Vejam bem, chamam aqui de cidade para vampiros.”

“Por que isto? ”
Pergunta Jack.

“Quero me reconciliar com minhas filhas. Aprendi da pior forma que ser um vampiro não é ter que ser um monstro. ”
Responde ela olhando para min.

“Que ridícula. ”
Digo com nojo.

“Sei que Tânia pensa como eu. Posso ajuda-la nesta fase, sei que não é fácil negar sangue a todo tempo.”

“Em troca de que? ”
Pergunta logo Dodge.

“Como eu disse. O poder não pode cair em mãos erradas. Quero um Castelo com a finalidade de proteger todos os livros. Mas para isto preciso de um rei, rainha e príncipes, preciso de uma família, vejo uma aqui bem na minha frente, sem amor, sem Castelo.”

“Não! ”
Diz Isa.

“Vitória poderá continuar no posto junto com Dodge já que Jack é apenas um humano. Tânia vou lhe ensinar a deter suas fraquezas e sua fome, fui eu quem te amaldiçoei, que lhe deu a doença, só eu posso tira-la. Vai ficar curada. Isa e Marlon não veem ninguém melhor que vocês para tal função de Reis e Vitória vão mudar sua opinião de psicopatia. Vou lhe educar e ensinar a não matar pessoas.”

“Tirar a minha identidade, você não tem este poder, Jeane não tinha, não aceito a proposta, eu não quero mudar, eu mato, eu gosto de matar e é isto que farei o resto da minha vida. Eu não vou aceitar este posto ridículo.”
Digo.

“Eu aceito. ”
Diz Isa.

“Também estou em acordo. ”
Confirma Marlon.

“Dodge? ”
Pergunta a mulher.

“Sim. ”
Olho para ele com desaprovação.

“Jack?”

“Sim”
Tenho vontade de mata-lo.

“Tânia?”

“Sim”
Responde ela.

“Não pode fugir Vitória. A cada pessoa que você matar terá que enfrentar suas consequências. ”
Ameaça a mulher.

“Que comece o jogo então. ”
Digo saindo.

“Chamo-me Ester”
Grita ela.

 



 

 

 

06 | Que comece o jogo

O jogo começou, estou aproveitando cada momento, afinal se quero lutar contra a vontade deles tenho que ficar mais forte, e a melhor maneira para um vampiro conseguir tal objetivo são matando. Estou com minhas roupas sujas de sangue. Ouço Dodge tossir chamando minha atenção, para o que estou fazendo e olho para ele.

“Estou começando a ficar com ciúmes”
Diz ele. Parece mais bonito naquele dia, seu cabelo está espetado para cima, ele usa uma blusa branca regata masculino que me faz notar seus músculos.

“Olá traidor”

“Não sou traidor,  sou príncipe.”

“Altezas?”
Diz Ester chegando.

“É com mero respeito que peço a atenção de vocês! ”
Ela corre até min e enfia uma estaca próxima a meu coração, tento tirar mais a dor aumenta, me recordo são daquelas que Jeane e seus psicopatas criaram, quanto mais tento tirar mais dói, ignoro a dor e tento lutar contra ela dando socos, ela controla o vento  E me joga para longe, levanto e corro e ela repete o feitiço, desta vez paro mais longe, estou mais fraca, desde que saí do campo de treinamento meu corpo não é o mesmo, preciso voltar a treinar, mas depois que matei Jeane e destruí seu castelo os vampiros que restaram se dispersaram na cidade.

“Levanto”  com mais dificuldade, ela corre e me enfia outra estaca, desta vez ela tira me fazendo gritar de dor e logo depois enfia em minha barriga repetindo os movimentos, estou com muitas dores, estou ficando tonta, ela se afasta deixando a estaca presa em meu braço direito e põe fogo ao redor de Dodge. Ensinei-lhe uma vez no campo de treinamento a apagar fogo, ele corre ligeiramente para que vente e o fogo se apague, mas ela é mais forte, o fogo aumenta numa altura de praticamente quatro metros, não vejo mais Dodge, ele está preso nesta muralha. Ela tira uma arma do seu, sobretudo e atira em minha testa assim como fiz com Jeane. A dor percorre minha cabeça, não consigo mais manter, fecho os olhos e apago.


Acordo presa acorrentada com verbena e prata, cai de cima mais verbena misturada com água. Grito com minhas dores, minha cabeça parece que vai explodir, às bruxas tem este poder, elas nos deixam paralisados com a dor na cabeça, é só nela que posso pensar. A dor toca em minha cabeça e a dor aumenta. Ester olha para mim séria controlando tudo. O teto é aberto, vejo que estou sem meu anel que me protege, o sol esta forte e me queima, lembro que posso controlar a chuva, mas a dor de cabeça está intensa, estou tentando e logo Ester joga mais verbena em min pelas paredes, ela me tortura e o pior de tudo, todos aceitaram isto por poder, aceitaram pelo castelo que futuramente será erguido.

“Que comece o jogo. ”
Diz ela saindo fico gritando.


 

 

07 | Olá princesa

Após tudo o que passei mais cedo meu corpo está cansando. Estou deitada ao chão frio, pisco lentamente, pois meus olhos ainda doem, estão sensíveis com todo o cheiro de verbena no ar, a esta altura estão vermelhos.

“Olá princesa. ”
Ouço alguém dizer, mas estou muito fraca, mais do que o normal.

“Você vai querer sair ou não? ”
Ouço outro dizer, parece à voz de Breno, olho e vejo 04 pessoas usando a mesma máscara que Bryan usou no campo de treinamento, ele era um dos psicopatas de Jeane. Eles tiram as máscaras, vejo Dodge, Pablo um conhecido, Marcos o irmão de Dodge e Bryan. Eles abrem a cela e saímos.

“Como conseguiram? ”
Pergunto.

“Tânia ”
Falam eles ao mesmo tempo.

“O que vamos fazer agora? ”
Pergunta Pablo.

“Você é apenas um humano. ”
Diz Dodge.

“Isto não tira minha identidade de psicopata”
Responde ele.

“Então é isto. Vamos nos divertir. Mais tarde terá uma festa na boate. Vejo vocês lá. ”
Diz agora Marcos.

“Aonde você vai? ”
Pergunto a ele.

“Ao campo de treinamento onde há apenas Híbridos ”
Responde ele olhando para Dodge.

“Não são irmãos? ”
Pergunta Bryan.

“Ele não é filho do meu pai! ”
Diz Marcos, percebo que Dodge quer matar o seu não irmão, mas não pode por este ser lobo.

“Sorte a sua não estar com a porção”
Responde Dodge furioso. Se ele tivesse com a porção aqui poderia lutar e se fosse mordido ficaria bem.

“Vou ao campo de treinamento com você ”
Digo a Marcos. Saímos.


Estamos caminhando ate o campo de treinamento.

“Quem será a rainha?”
Pergunto a Marcos.

“Eu não sei, ninguém sabe, é um segredo para todo um meio de segurança, fiquei sabendo que andam matando rainhas por ai.”
Diz ele olhando para min.

“Quem esta no comando?”
Pergunto.

“Meu pai”
Diz ele alegre.


Entramos no campo e não me surpreendo muito com o que vejo, vejo o de sempre, vampiros, na verdade híbridos se torturando, ou melhor, aprendendo suas fraquezas e lhe dando com elas. Tudo o que vejo é mais intenso, prata, verbena, estacas são mais resistentes, eles parecem sofrer mais do que os vampiros. Eles lutam e se atacam como se fossem se matar a todo o momento, o treinamento parece mais avançado o que me chama muita atenção, este é o lugar ideal para min, Ester não vai mais me machucar, aqui é minha casa é meu lar. Me disperso entusiasmada ao meio deles, estou de volta.


 

 

 

 

08 | Pablo

Pablo: Significa “pequeno” ou “de baixa estatura”.

Pablo é a variante espanhola de nome que vem do latim Paulo, a partir de Paulo, que significa “pequeno” ou “baixo”.

O nome teria surgido como um apelido para designar pessoas que tinham como característica física a estatura baixa. Seguidamente, foi adotado como um nome de família romano e tornou-se popular através de São Paulo, santo venerado no Cristianismo.


Narrador: Pablo

Minha mãe é uma pessoa difícil, chego a casa e ela me pergunta onde estive com quem estava e o que fazia, ela é assim não me dá espaço para viver, por isto mantenho meus segredos. Sofri bolinha na escola Antiga onde eu morava nos Estados Unidos. Meu jeito de Neri e garoto inteligente os deixavam incomodados, eles me batiam muito e nunca pude revidar por ser magro e fraco. Conheci então uma professora ruiva, mais tarde descobri que ela não era professora, estava ali apenas com finalidade de me ajudar, e foi isto que ela fez, eles pararam de me incomodar, pois não estavam mais ali, aprendi que quando alguém pisa em meu pé eu posso escolher entre chorar ou matar.


Meses depois minha mãe decide mudar para o Brasil, ela mudou muito depois da ideia absurda. Até hoje não compreendo, trouxe comigo minha amiga Anne que considero como irmã, ela é órfã. Chego ao Brasil e me adapto, meus crimes são absolutos e perfeitos, não costumo deixar rastros, por isto ninguém sabe o que realmente carrego em meus pensamentos. A rainha Jeane me faz uma proposta excelente, aceito, mas não quero me tornar um vampiro, pois tudo fica mais fácil e perde a graça. O que eu sou? Eu sou apenas uma mente criminosa que ama o que faz. Foi aí que conheci um gênio da psicopatia, Bryan, ele é o cara, eu o invejo de sua inteligência.

Hoje estou aqui tentando me misturar com os vampiros e provar a Vitória que a amo, mas ela parece não me notar, exatamente como acontecia na minha antiga escola, há dias que me machuco muito e faço uma terapia para dez estressar, eu mato.

A princesa sou como eu, por isto a cada dia eu me apaixono mais. Eu levo uma vida boa exceto a parte de chegar a casa e encarar minha mãe que parece estar sempre mal humorada.

“Onde você estava? ”
Ela pergunta.

“Não lhe interessa.”

“Onde estava?”

“Eu já disse! ”
Grito jogando os pratos da mesa de jantar ao chão, eles quebram, minha mãe se assusta e Anne larga o jornal preocupada, saio furioso.


A hora da festa finalmente chega, estamos todos juntos e usamos a mesma máscara incluindo Vitória, será uma noite de diversão.

 


 

 

09 | Estou tentando te ajudar

Narrador: Vitória

Sinto um vazio, a festa acaba e estou sozinha, Pablo saiu, Dodge está atrás de Gabriela, Marcos voltou ao campo de treinamento e Bryan atrás de Tânia para vê se estar bem já que Jack é apenas  um humano. Fico a olhar a boate se esvaziando, estou tonta, pois bebi muito, estou um pouco enjoada, minhas pernas ficam fracas e caio no chão, vejo Isa chegar me chamando pelo meu nome, a voz cessa e eu também…


Acordo acorrentado e Isa estão na minha frente.

“Me solta o que está fazendo? ”
Grito.

“Estou tentando te ajudar. ”
Diz ela.

“Não preciso da sua ajuda vai embora! ”
Digo tentando me livrar da corrente de verbena que está presa em meu pescoço. Luto sentindo dor e Isa se afasta e bate a porta me trancando sozinha.

“Isa me tira daqui. Isa! ”
Fico gritando tentando me soltar…

 


 

 

 

 

10 | Positivo

Narrador: Isa

Corro até o banheiro com o que acabei de fazer. Manter Vitória presa é uma dor para mim
Vômito muito, Ester chega lentamente dando passos curtos e suaves.

“Está grávida! ”
Confirma ela com total certeza, olho para ela sem entender e penso na possibilidade, há uma chance. Toco em minha barriga e balanço a cabeça concordando.

“Não se preocupe com Vitória. Não vou machuca-la, não vou torturar. Vou apenas deixá-la presa.”

“Por quanto tempo?”

“Até ela rejeitar sangue. ”
Diz ela segurando uma bolsa de sangue que parece com o de Jack…


Ela tinha razão, Ester tem razão, estou com exame em mãos onde diz Positivo, estou grávida, irei ter um filho. Estou feliz com a notícia…

“Onde ela está? ”
Pregunta Dodge empurrando a porta da cozinha com força.

“Onde ela está? ”
Pergunta novamente ele.

“Estamos fazendo o possível. ”
Diz Marlon. Ouço Vitória gritar. Ele corre procurando.

“Não pode entrar esta fechado com magia. ”
Digo.

“Vai se arrepende Isa. ”
Diz ele saindo calmo. Fico com medo da ameaça…


 

 

11 | Ela está presa

Narrador: Pablo

Dodge me chama para uma reunião, logo estou preocupado, pois há dias não vejo Vitória.

“Ela está presa. ”
Diz ele. Estamos na boate tomando umas bebidas.

“Não podemos entrar? ”
Pergunto.

“Não. Há magia.”

“Não podemos destruir?”

“Você conhece alguma bruxa? Se sim roube algo valioso dela e faremos um feitiço para desfazer a magia. ”
Diz ele.

“Está bem. ”
Concordo saindo…


 

 

 

 

12 | Anne

Anne: Significa “graciosa” ou “cheia de graça”.

“Anne é uma forma francesa de nome originado a partir da hebraica Hannah, através do latim, que significa “graça” ou cheio de graça”.

A versão Anne chegou à Inglaterra por volta do século XIII, inicialmente como Ann, e tem como portadora famosa a segunda esposa do rei Henrique VIII da Inglaterra, Anne Volney, denominada em português como Ana Bolinha.

Além do francês, este nome é utilizado desta mesma forma entre os falantes das línguas inglesa, escandinava, finlandesa, alemã, holandesa e basca.


Narrador: Anne

Vejo Pablo mexer em minhas coisas no meu Guarda roupa.

“O que está fazendo? ”
Pergunto pegando ele no pulo. Vira-se assustado.

“Nada.”

“Como nada? Me de isto! ”
Digo, vejo-o com um colar em mãos, pertence a mim, pois pertencia a minha mãe, esta é a única coisa que sobrou dela para que eu possa encontra-la.

“Espere só quero emprestado!”

“Mentira você quer trocar por suas drogas, isto aqui é joia rara, sabe como é importante para mim, me de isto. ”
Digo atacando, ele levanta o braço, é mais alto que eu.

“Me de logo isto Pablo.”

“O que está havendo? ”
Ouço a mãe de ele gritar subindo as escadas, antes que ela o chega me entrega e eu guardo pondo em meu pescoço escondendo dentro da blusa.

“Nada. ”
Diz ele quando sua mãe abre a porta.

“Ah. Vamos o jantar está pronto.”

 


 

 

13 | Ela não é uma pessoa é um vampiro

Narrador: Pablo

Durante a noite acordo pensando em Vitória que deve estar presa sentindo fome. Não consigo dormir, levanto, preciso do tal colar. Vou ate a cama de Anne, ela esta dormindo em sono profundo, talvez se eu for bem cuidadoso consigo pega-lo. Vou até a cozinha e cato uma tesoura, o colar e feito de um barbante na cor preta e tem um rosa na cor Azul igual aos olhos de Anne, a joia é caríssima. Aproximo-me bem devagarinho, ela esta deitada de barriga para cima e suas mãos estão sobre o colar. Pego a tesoura e aproximo do barbante, se ela acordar e se assustar pode se ferir gravemente, tenho que ser ágil e cuidadoso, corta bem devagarinho pego de sua mão e saio…


Chego à casa de Dodge e jogo o colar sobre a mesa.

“Como entrou aqui? ”
Pergunta ele.

“Vamos salvar Vitória. ”
Digo e ele balança a cabeça tomando um copo de leite, este mais feio naquele dia, usa apenas cuecas e uma blusa gigantesca daquelas de time, só um garoto popular como ele pode ter uma…


Estamos todos juntos na casa de Isa onde Vitória está presa em algum canto dali. Dodge caminha até certo lugar e diz que ela esta ali, ele aponta para o chão.

“Dê-me o colar”
Pede Bryan.

“Está não. ”
Reclama ele.

“O que? ”
Pergunta todos.

“Perdemos o poder do colar.”

“Como é possível? ”
Pergunta Marcos.

“Algo machucou o objeto. ”
Diz ele olhando para o colar. Lembro-me do corte que tive que fazer para tira-lo de Anne. Todos olham para mim querendo me bater.

“Ah eu não sabia. ”
Respondo.

“O que está havendo aqui? ”
Pergunta Isa ligando a luz. Ela nos pegou no pulo.

“Vitória não vai sair até melhorar.”

“Não devia fazer isto. Ela é assim. Aceite. ”
Diz Dodge furioso.

“Eu acredito nela. Acredito que pode ser uma pessoa melhor.”

“Ela não é uma pessoa é um vampiro.”

“Vão embora. ”
Pede Isa, saímos sem sucesso…


 

 

14 | Pega Totó

Narrador: Vitória

Estou presa nesta corrente furiosa, eles não podem mudar meus pensamentos, estou com mais raiva, quando sair daqui vou me vingar. Ouço passos, ela esta chegando de novo, estou com medo, me afasto para trás encostando-se à parede, estou apavorada, nunca passei por isto nem mesmo com Jeane. A porta se abre e há mais uma surpresa para min, um lobo.

“Não pode fazer isto. ”
Digo com medo.

“Posso sim. ”
Diz ela balançando um colar.

“Achei que psicopatas fossem mais inteligentes. ”
Ela gira o colar na mão.

“Pega totó. ”
Ela solta o lobo…

 

 

 

 

15 | Ele tirou de min

Narrador: Anne

Acordo, e não vejo meu colar no meu pescoço. Desespero-me, toco mais algumas vezes e ele não está ali, começo a gritar apavorada. Grito e grito ate a mãe de Pablo aparecer.

“Anne o que foi? ”
Pergunta ela abrindo a porta.

“Ele a tirou de mim, tirou de min.”
Falo baixo, estou pálida a esta altura.

“Ele tirou de min. ”
Começo a chorar.

“Anne?”

Ignoro e choro, agora tudo está perdido, nunca mais vou encontra-la e nunca vou perdoar Pablo pelo o que fez.


Mais tarde Pablo chega bêbado em casa.

“Filho o que houve? ”
Pergunta a mãe dele preocupada. Estou sentada na mesa encarando-o com nojo.

“Nada.”

“Como nada? Por que você bebeu?”

“Isto não é da sua conta! ”
Grita ele.

“Mas é claro que é, olhe para você.”

“Mãe. Shi cale-se.”

“Seu idiota respeita sua mãe, ficou maluco. ”
Digo com raiva. Ele ri. Fico com Mais raiva, já estou chorando, preciso sair dali, é isto que faço, fujo…


 

 

16 | Como pôde?

Narrador: Vitória

Ouço um barulho. Será que são eles.
Amedrontada me encosto na parede. A última coisa que me recordo é o tal lobo me atacando. A porta se abre e mais um lobo entra.

“Ah que ótimo. ”
Reclamo.

“Dentada. ”
Marcos se transforma em humano.

“Obrigado Deus. ”
Cochicho olhando para cima.

“Vamos não temos muito tempo.”


Estamos chegando à saída quando Isa aparece junto com Marlon e outros.

“Eu não quero lutar com você, mas acha que não tenho muitas escolhas. ”
Digo e todos colocam as máscaras, começamos a lutar. Isa tenta me congelar, mas jogo água nela. Vejo meus amigos lutarem com o bando de Marlon e Isa. Eles usam estacas e espadas, penso em apenas uma coisa fugir dali, mas antes tenho que passar por Isa. Uma ajuda aparece, não sei quem está embaixo da máscara, vejo o enfiar sua estaca na barriga de Isa, ela cai ao chão, pois não se alimenta de sangue humano e é muito fraca assim como os outros, saímos assim que há espaço…


Ao lado de fora, estamos livres, nada mais justo do que um jantar corre procurando pelo primeiro humano e ataco…


Ouço uma moto se aproximar, é Jack estragando mima diversão.

“Eu não esperava isto de você!”

“Pare Jack.”

“Como pôde?”

“Eles me prenderam e agora vão se arrependendo por isto, e tira sua sogra chata do meu caminho.”

“Você machucou Isa. Eu ouvi bem você dizer.”

“Ah”
Digo revirando os olhos.

“Ela estava grávida. ”
Diz ele. Fico paralisada.

“O que? ”
Pergunto preocupada, afinal não fui eu quem a machuquei. Estávamos todos de mascaras como vou descobrir agora. Ele sobe na moto.

“Jack?”
Pergunto e ele ignora. Acelera a moto dando partida.

“Jack! ”
Grito, mas ele já esta longe.



 

17 | Se você não for princesa não serei Príncipe

“Quem machucou Isa? ”
Pergunto baixo.

“Quem fez isto! ”
Grito olhando para Dodge, Marcos, Pablo e Bryan. Estamos todos na delegacia. Eles ficam em silêncio.

“Temos problemas maiores a resolver. ”
Diz Dodge quebrando o silencio.

“Isa estava grávida.”

“E agora não está mais. Não há nada que possamos fazer. ”
Diz ele. Fico me perguntando se seria ele o assassino. Olho desconfiado.

“Ester carrega aquele colar, assim ela pode nos matar sempre que quiser. ”
Diz Dodge se levantando. Continuo a olhar desconfiada.

“Se não pegarmos o colar não ganharemos esta luta. ”
Completa ele.

“Temos que ocupa-la. O colar pertence à Anne, se entregarmos de volta a ela ninguém pode tirar.”
Digo.

“Pode com uma tesoura.”
Diz Pablo.

“Não vai acontecer! Eu sei bem como podemos ocupar Ester.”


Tânia esta atacando o pobre humano com fúria, a duas garotas prontas para serem devoradas estão presas em uma cadeira, suas bocas estão tampadas e elas tentam gritar. Estamos na delegacia, há sangue para todos os lados. Finalmente Ester entra.

“Tânia não! ”
Ela olha com desaprovação para a filha.

“Desculpa. Desculpa. ”
Pede Tânia e logo volta a atacar a vítima. Vejo que Ester fica muito brava.

Aproximo-me das outras vítimas e desprendo uma delas da cadeira. Estou segurando uma estaca pronta para mata-la. Tiro o lenço de sua boca.

“Não, por favor, não. Socorro! ”
Grita o humano.

“Entregue o colar a eles e eu a libero.”

“Está bem! ”
Ester joga o colar para Dodge que logo sai correndo.

“Agora saiam ”
Grito pedindo. Ester sai da delegacia. Amarro a garota na cadeira e fujo.


Chego à casa de Anne para conferir se Dodge fez o mesmo certo. Afinal com o colar em mãos ele pode ser príncipe. Chego e vejo Anne abraçada com a mãe de Pablo, não entendo muito.

“Eu já sabia. Por isto entreguei o colar. ”
Diz Dodge.

“Você abriu mão de ser príncipe para.”
Fico impressionada com Dodge. Ele ajudou Anne a encontrar a sua mãe.

“Eu sei o que é não ter mãe. Além disso, se você não for minha princesa não serei príncipe. ”
Diz ele saindo. Fico intacta tentando compreender…


 

 

 

 

18 | Estão erguendo um novo Castelo

Estou sentada na mesa de bar da boate, pego uma garrafa, viro e engulo um pouco da bebida que contem álcool.

“Eles estão erguendo um novo castelo. Seu pai e Alan.”

Ouço alguém dizer, vira e avista David. Estou surpresa com a presença.

“Olá princesa.”

Diz ele bebendo também um pouco da minha bebida que acaba de tirar da minha mão.


 

 

 

 

19 | Traga o livro

Corro ate a casa dela. Esta noite, mas eles estão ali construindo uma casa, são ágeis e fortes, delicados e cuidadosos com os vidros, são eles, são os vampiros que sobreviveram da queda do castelo de Jeane, estão aqui, mas com qual finalidade? Quem esta liderando tudo isto? Entro na casa, pois já fui convidada e o castelo ainda não esta pronto, vejo meu pai se aproximar.

“Olá!”

Diz ele com um largo sorriso. Alguém tosse limpando a garganta chamando minha atenção, viro e vejo Alan.

“Você é um hibrido que provavelmente esta ao lado de John, qual a sua sugestão Thomas?”

Pergunta Alan calmo, ele é elegante e esta sempre usando terno, seus cabelos são loiros e grades e seus olhos verdes iguais ao de Bryan seu filho.

“Traremos Jeane de volta.”

Explica meu pai. Ele esta vestido elegante também e segura uma bengala, não compreendo muito, lembro que John também tinha este habito.

“O que?”

Pergunto, sou impossível, eu a matei, a quero morta.

“Emile também.”
Me espanto. Vão  ressuscitar minha mãe.

“Isto é magia negra?”
Pergunto.

“Sim, e precisamos de uma bruxa muito forte para que conseguissem o objetivo. Com o castelo ela ficara apta para a função. Esta de acordo princesa?”
Pergunta meu pai.

“Traga o livro!”
Ordena ele saindo mesmo eu não dizendo nada, pois ele sabe que vou aceitar a proposta.


 

 

20 | Ester não irá mais atrás de você

Chego à casa de Isa e vejo que ela esta mal.

“Vai embora Vitória, não é bem vinda aqui.”

Diz ela quando abre a porta. Seus olhos estão inchados e ela parece muito abatida, não importa o tanto que eu diga que não foi à intenção e que não tive culpa, ela não vai acreditar e não vai perdoar. Entoo saio.

“Não se preocupe, Ester não ira mais atrás de você!”
Diz ela.

“Era tudo o que eu queria.”
Digo, ela bate a porta da sua casa. Agora só me resta esperar pelo castelo de Isa e dar algum jeito de entrar lá dentro…


Alguns dias se passam e estou mais forte, pois ainda frequento o campo de treinamento mesmo sabendo que trairei John futuramente me infiltro lá dentro para manter a forma. Apos o treino passo em frente ao castelo de Isa, cujo já esta pronta. Paro e fico a ver, é tão perfeito, tão lindo, foi feita na antiga casa de Jack que foi derrubada onde eles dizem que fui eu quem queimou tudo, naquela mesma noite alguém com minha forma humana matou a mãe de Jack, com toda certeza era Jeane, pois somente ela pode se transformar em qualquer pessoa e se tornar perfeitamente semelhante. Na insisti com esta teoria em Jack, pois não faz mesmo diferença a opinião dele. Estou parada em frente à casa de vidro, esta de tarde e o sol esta se pondo, a pequena claridade bate contra os vidros e reflete nos meus olhos. É Tudo muito perfeito, é lua cheia então é claro que o feitiço cera___2 feito hoje, preciso entrar e pegar o livro, mas como irei fazer isto? Avisto Jack e Tania em um dos quartos que fica bem em cima, eles estão na janela a se beijar, serão príncipes. Meu celular toca…


 

 

21 | Sejam bem vindos

Uma reunião no campo de treinamento.

“Faremos parte do castelo de vidro.”
Chego atrasada e ouço John dizer.

“Satisfeito!”
Diz Marcos.

Animo-me, é perfeito, significa que serei convidada a entrar no castelo.


Todos entram em fila e Isa, Ester e Marlon estão na porta cumprimentando todos. Eu chego à porta e eles me cumprimentam. Entro esta tudo muito lindo, por dentro o castelo é mais bonito, somos levados a um grande salão, ha muita comida ali. Ester sobe em uma espécie de palco e as luzes são apagadas, parece divertido, é um salão de eventos e terá uma festa aqui em comemoração, compreendo.

“Sejam bem vindos!”
Grita Ester, ela veste um longo vestido preto e rodado, belíssimo.

“A nossa família se une hoje aqui, amanha tomaremos adiante nossos objetivos. Vamos comemorar!”

Grita ela, todos comemoram. Amanha, ela disse amanha, isto significa que o feitiço não cera___2 feito hoje, é pereiro.


Quando esta tarde ando procurando pelo tal livro. Entro em vários quartos, procurando o de Isa.

“Olá”
Diz uma voz delicada, viro e vejo Tania.

“Esta feliz no seu posto?”
Pergunto.

“Sim, mas não compreendo o motivo de você estar aqui.”

“Facho parte do campo de treinamento.”

“Entendo.”

Ela esta com os braços cruzados desconfiados, ela sai olhando e continuo a procurar.


Verifiquei tudo, e já estou cansada de tanto procurar, preciso de ar, passo as mãos nos cabelo jogando para trás e saio do castelo presenciando o vento fresco que bate em meu rosto, ha alguns carros ali e a moto de Jack. Aproximo curiosa, é linda, olho para um carro preto e um macaco que esta embaixo dele, não faz sentindo algum, vampiros não andam a carro, é desnecessário. Entro em baixo do carro e fuço algumas pecas, não entendo nada de mecânica, mas insisto, vejo algo pregado embaixo, parece uma gaveta, na verdade é uma gaveta, abro e vejo os livros.

“Não acredito!”


 

 

22 | Ir

Agora que estou com o livro em mãos, resta apenas ir para a casa de meu pai. Antes de ir olho para o Castelo de Isa e penso se estou fazendo a escolha certa. Estou sim, estou fazendo isto por minha mãe. Escondo o livro em meu, sobretudo Preto, viro e vejo e Jack,  ele me beija intensamente e me empurra contra a parede me pressionado mais contra seu corpo que está muito quente, interrompe empurrando e corro fugindo…


 

 

 

 

23 | Há vampiros ali

Narrador: Jack

Estou em frente à casa de Isa, tento impedir Vitória com um beijo. Eu sei o que ela está prestes a fazer e tenho que impedir. Entro e pego minha moto. Devagar vou até a casa de sua mãe…


Paro bem na esquina e desço da moto olhando para todos os lados, me encosto-me a uma parede de uma casa e viro a cabeça para checar a rua, está vazia, perfeito. Volto a olhar para moto e David cai do teto, me assusto.

“Visita”
O diz aproximando – se. Corre até mim e me dá uma ajoelhada na barriga, estou sem ar, ele me soca no rosto até sangrar.

“Chega! ”
Diz Vitória chegando. Ele me larga e ela se aproxima e me dos mais dois socos no rosto. Logo David rouba um carro de uma moça loira, ela sai correndo e Vitória me puxa. Não entendo. David abre a porta molas.

“Vitória, por favor, não! ”
Peço.

“Há vampiros ali. ”
Ela diz me empurrando para a porta malas. Fico trancada ali.

“O que vamos fazer com ele? ”
Pergunta David.

“Nada. Está fedendo a verbena. ”
Responde Vitória…



 

24 | Não ha amor

Narrador: Vitória

Entramos no tal Castelo e jogo o livro sobre a mesa.

“Muito bom. Guardem o livro. ”
Ordena Alan ele está sentado em uma cadeira feita de ouro e usa um, sobretudo gigante também feito de joias raras, há anéis em seus dedos pulseiras nos seus pulsos e uma coroa em sua cabeça feita também de ouro que combina com seus cabelos loiros. Seguro o livro na mesa.

“Não. Teremos que terminar isto hoje. Ele também tem um Castelo. Não temos muito tempo. ”
Digo.

“É claro que sim princesa. Temos tudo. O livro. ”
Diz Alan caminhando de um lado para o outro, sua expressão e de mal.

“A porção, o Castelo, mas. ”
Ele se aproxima de mim olhando bem nos meus olhos.

“Não há amor. ”
Completa ele. Engulo em seco pensando em algo.

“Sendo assim os híbridos vencem. ”
Digo segurando o livro, mas ele faz o mesmo. Olho para seus olhos.

“Você é nossa única chance. ”
Responde papai.

“Não ha amor. ”
Digo.

“Bem isto verá agora. Tragam-no. ”
Responde papai. As portas do Castelo São abertas e vampiros estão segurando Jack.

Rio é um absurdo.

“Não imprinting. Jeane tirou tudo. Além disso, vocês não tem mesmo rainha.”

“Ela tirou e ela pode por de volta.”

“Não pode. Esta morta. ”
Digo. Novamente as portas são abertas e mais uma surpresa. Jeane entra delicadamente em seus saltos altos, seus cabelos ruivos sendo jogada pelo vento, ela se veste incrivelmente formal com uma calça apertada e um, sobretudo beije. Esta elegante…

 

 

25 | Matem-na

“Olá princesa. ”
Diz ela passando por mim e subindo no palco. E agora o que irá acontecer?

“Senhores. ”
Diz Thomas. Os vampiros começam a bater em Jack. Não me preocupo.

“Jeane? ”
Pergunta Alan.

“Esperem. ”
Ordena ela. Os vampiros continuam a bater em Jack. Fico a rir com a situação.

“Não pode voltar atrás rainha. ”
Digo com Belo sorriso no rosto. Jack está sangrando.

“Querem ajuda? ”
Pergunto provocando. Vejo que Jeane está furiosa. Com toda certeza não esperava por isto.

“Vitória, por favor! ”
Suplica Jack. Fico com mais raiva a ponto de gritar e chuta-lo. Faço, chuto em sua barriga com toda força, ele tomba ao chão, quero mata-lo e vou, corro, mas os vampiros de Jeane me segura.

“O que está havendo? ”
Pergunta Alan furioso.

“Ora, ora. Soltem a”.

“Felizmente Vitória e inteligente demais para amar o tal humano. ”
Diz Jeane.

“Está jogando comigo? ”
Pergunta Alan levantando-se de sua cadeira feita de ouro.

“Sem amor sem Castelo. ”
Agora compreendo. Jeane não quer se tornar a rainha, talvez ela seja do meu time.

“Matem-na.”

“Não pode sou mais velha. ”
Diz ela.

“A princesa. ”
Ordena Alan.

“A lenda diz que mordida de lobos matam vampiros. ”
Diz Jeane. Os portões novamente são abertos e mais uma surpresa. Eles estão aqui. Todos os híbridos de John estão aqui.


 

 

26 | É hora de fugir

“Não existe amor entre Vitória e Jack, mas existe entre vocês. ”
Diz Alan apontando para Jeane.

“Matem -a! ”
Grita ele. Jeane tira sua arma do seu bolso e começa a atirar. Algum vampiro vem para cima de mim, me transformo e tento morder. Um vem com uma estaca em mãos, ele me olha calmo, mostro meus dentes, corro e ataco pulando em cima dele, mas logo tenta enfiar sua estaca em mim, Jeane atira olho sem compreender. Ela atira em mais um me protegendo.

“Vitória foge! ”
Grita ela. Levanto e mais vampiros estão vindos para cima. Ela continua a atirar, mas são muitos, luto com eles dando socos, um tenta enfiar uma de suas estacas em min, eu tomo dando socos em seu rosto e fio a estaca em seu olho e puxo, corro até os outros que aproxima e luto.

“Vitória foge! ”
Grita ela atirando.

Vejo os híbridos lutarem, eles estão ganhando. O tempo muda, o céu está cheio de magia, vejo pelos vidros, as estrelas parecem maiores, o Castelo está sendo erguido. Vejo Alan comemorar. Corro até ele tentando pegar o livro, ele levanta e luta comigo me dando socos no estomago. Levanto me transformando em lobo e tento ataca-lo tento morde-lo. Ele tira uma espada da cintura enfia em minha barriga, Jeane atira nele, mas nada acontece. Tiro a espada e grito tentando acertar seu pescoço, ele é mais forte, o Castelo sendo erguido.

“Vitória fuja! Saia daqui! ”
Grita Jeane. Se eu sair  talvez tudo se desmorone, esqueço o livro e me transformo em lobo, Largo a espada e corro até o portão, mas Alan fecha as portas, ele também é um bruxo. Bato na porta de vidro tentando sair, mas não consigo. Jeane parece furiosa, ela solta vidros de suas mãos atirando em Alan, mas nenhum o atinge. Ele se aproxima de Jeane com a estaca e tenta acerta-la. As portas são abertas. Ester abriu e entra, é hora de fugir…


 

 

27 | Você é nossa única chance

Narrador: Escritor

Vitória está fugindo como lobo e David está atrás dela  correndo ligeiro. Ela está fraca e cai ao chão, o vampiro se aproxima e soca em seu rosto, ela tenta se levantar, mas não consegue. Sua visão está escurecendo. Esta morrendo. Alguém mata David, Tania enfia sua espada ao coração do vampiro. Não ha muito tempo, ela larga David de lado e puxa a espada de volta, ela pega a princesa ao colo e puxa o mais rápido que pode… Afinal não se sabe se ele realmente morreu…


O castelo de Alan está caindo, Jeane atira vidros nos vampiros e Ester põe fogo em tudo. O livro ainda está sobre a mesa, Pablo troca sem que ninguém perceba e foge dali. Todos estão muito ocupados para nota-lo.

“Tem que ir até a casa de Isa! ”
Pede Ester a Jeane lutando com Alan.

“O que não posso, ela não vai me deixar entrar. ”
Responde Jeane dando um tiro em Thomas e outros vampiros.

“Tem que tentar! ”
Grita Ester jogando Alan para longe com bolos de fogo que se formam em suas mãos. Ele cai muito fraco ao chão.

“Você é nossa única chance. ”
Diz Ester recuperando o fôlego. Jeane concorda com a cabeça e sai correndo do Castelo atirando em todos que tentam impedi-la.


O rei está furioso, pois seu Castelo está ao chão, ele avista Jack e corre até ele quebrando o seu pescoço.

“Não! ”
Grita Ester.


 

 

28 | Anna

Anna: Significa “graciosa” ou “cheia de graça”.

Anna é uma variação de nome que mais se aproxima do original em hebraico, que quer dizer “graça” ou “cheia de graça”.

Esta versão é mais utilizada entre os falantes da língua inglesa, alemã, italiana e russa.

Foi muito popular no Império Bizantino e durante a Idade Média tornou-se mais comum entre os cristãos ocidentais, através da figura de Santa Ana, muitas vezes representada pela igreja como a mãe da Virgem Maria.

Este nome teria surgido pela primeira vez em terras inglesas no início do século XIII, mas tornou-se popular apenas no século XVII, quando a população começou a confundi-lo com um variante de.

Em documentos registrados na língua portuguesa, a primeira versão deste nome teria surgido no começo do século XVI, em Portugal.


Jack está morto ao chão, todos olham espantados, Marcos, Bryan, Dodge, Pablo e Ester.

“Ah meu Deus. ”
Suplica Dodge.

“Como pode? ”
Pergunta Ester a Alan.

“Ninguém derruba meu Castelo. ”
Diz ele com lágrimas aos olhos. Alguém o mata por trás, enfiando uma espada, ele fica sem ar, está morto.

“Ninguém mata meu filho. ”
Diz uma mulher Branca como Isa e seus cabelos e olhos são castanhos escuros iguais ao de Jack.

“Anna? ”
Pergunta Ester.

“Olá Ester.”


 

 

29 | Então ela não merece ser salva

Finalmente Tania chega com Vitória ao Castelo de Isa, ela é posta sobre uma cama, todos olham desesperados sem saber o que fazer.

“Talvez ela precise de sangue. ”
Diz Tânia.

“Ela está morta. ”
Diz Isa.

“Onde conseguiu a espada? ”
Pergunta Marlon.

“Nas coisas do meu pai.”

“Se Alan souber disso. ”
Diz Isa.

“Como vamos trazê-la de volta?”
Pergunta Tânia.

“Cadê sua mãe?”
Pergunta Isa.

“Eu não sei.”

“Precisamos da porção. ”
Diz Marlon. Alguém bate na porta. Isa abre e vê Jeane.

“Você?”

“Por favor. Tem que me deixar curar Vitória, é a única coisa que peço. ”
Diz ela.

“Por que eu deveria acreditar? ”
Pergunta Isa.

“Alan está com o livro, à porção e Castelo.”

“O livro está aqui comigo. Não vou cair nesta. Não vou lhe deixar entrar.”

“Eu não estou mentindo tem que acreditar em mim, por favor.”

“Desde quando você se importa com alguém?”

“Por favor, Isa. Eu imploro. ”
Jeane se ajoelha.

“Pare de teatrinho. ”
Grita Isa. Marlon chega à porta.

“O que está havendo? ”
Pergunta este. Jeane se levanta e David a ataca. Eles lutam.

“O que isto?”

“Por favor. Eu posso salvar Vitória me deixe entrar. ”
Pede Jeane dando socos em David.

“Por favor. ”
Pede mais uma vez quando David já está ao chão.

“Não! ”
Grita Isa.

“Espere. E se ela estiver dizendo a verdade? ”
Chega agora Tânia.

“Ester e Jack não estão em casa não é mesmo?”

“Eles não entregariam  o livro”
Diz Isa.

“Mas Vitória sim. ”
Responde Jeane.

“Então ela não merece ser salva. ”
Isa bate a porta da casa.


 

 

 

 

30 | Entre!

“Deixe-me entrar, por favor. Por favor.”
Grita Jeane ao lado de fora…


“Agora que o rei está morto não podem mais lutar! ”
Grita Anna e todos param inclusive os vampiros.

“Por Jeane quero que os vampiros parem. Por Jack quero que os híbridos parem! ”
Grita ela.

“Ester vai ao Castelo. ”
Ordena ela. Todos saem, Jack é posto no carro…


Todos chegam ao Castelo de Isa e Jeane está ao lado de fora.

“Entre! ”
Convida Ester. Ela repete o processo com os outros, os vampiros e os híbridos que agora fazem parte do mesmo lado, exceto David que está com a porção em mãos e se recusa a entregar, ora assim Jack estará salvo.

“O que isto?”
Grita Isa quando vê todos entrarem.

“Viemos salva-la. ”
Diz Ester.

“Ela não é bem vinda aqui. ”
Diz Isa apontando para Jeane.

“Posso salvar Vitória, por favor, me deixe tentar. ”
Pede Jeane.

“Pode confiar, derrubados o Castelo de Alan juntos. ”
Diz Ester.

“E o livro? ”
Pergunta agora Marlon.

“Digamos que Vitória foi um pouco ingênua. ”
Diz Jeane.

“E quem é ela? ”
Pergunta Tânia apontando para a moça Branca de cabelos longos castanhos escuros.

“Está é Anna. ”
Diz Ester.

“Anna. Este nome não me é estranho. Espere! Esta é, não é impossível. ”
Diz Tânia surpresa.

“Sim sou a mãe biológica de Jack”
Diz Anna.

“Jeane pensei que estivesse morta. Já estava prestes a dar uma festa em comemoração. ”
Diz Isa tentando atingi-la.

“Felizmente pude voltar. ”
Responde Jeane.

“Oi, eu too aqui, estou decepcionado por não me deixarem entrar. ”
Reclama David ao lado de fora.

“Não é bem vindo aqui. ”
Diz Isa.

“Tem certeza? ”
Diz ele segurando a porção.

“Também posso ir atrás do colar.”
Ameaça ele.

“Se chegar perto da minha irmã eu te Mato. ”
Grita Pablo furioso.

“Deixem-me entrar. Eu posso salvar a princesa. ”
Continua ele.

“A propósito como conseguiram pegar o livro? ”
Pergunta ele.

“Verdade quem foi o gênio? ”
Pergunta Tânia. Logo Bryan tosse.

“Eu sou o gênio da psicopata, troquei os livros enquanto Anna apunhalava Alan pelas costas. Obrigado pela distração. ”
Diz Bryan se exibindo.

“Eu tenho certeza que a rainha não pode salva-la. ”
Diz David.

“Desculpem mas eu confio mais nele”
Opina Isa.

“Isa, por favor! ”
Pede uma última vez Jeane.

“Está bem venha. ”
Diz Isa tomando a frente.

“Não me deixem aqui! Eu vou atrás do tal colar. ”
Grita David. Todos ignoram exceto Pablo.

“Vamos Pablo ele não pode entrar lá, não foi convidado. ”
Diz Marcos.

“Tchau. ”
Diz David acenando. Logo Pablo fica preocupado, mas ignora e segue Isa.


Ela está frágil deitada sobre uma grande cama, está em sono profundo.

“Breno eu te aceito. ”
Diz Jeane e ninguém compreende. Seus olhos agora estão brancos.

“O que isto? ”
Pergunta Marlon espantado.

A rainha se aproxima da princesa e a toca em sua mão apertando forte. Todos estão em cima tentando olhar até que finalmente Vitória pisca lentamente os olhos e os abrem, todos notam que estão azuis como o céu.


 

 

REFERENCIAS

K.F ELLEN FERREIRA, 05. ESTER, CIDADE PARA VAMPIROS. Pág. 77